terça-feira, setembro 28, 2010

É preciso voltares a por o pé no pedal. Subires a rampa. Continuares a pasmar-te. Só se os teus outros mundos  te forem ainda admiráveis, poderás ter, aqui e além, alguma vida. É necessário desenganchares o travão. Desceres a rampa e acreditares que depois do salto e da queda há meia dúzia de colchões, esponjas, sorrisos, almofadas a dar-te amparo. É imprescindível que te embasbaques. Comigo, contigo, com o que ainda restar da imaturidade entre todos. G.F.

1 comentário:

Alexandra disse...

Libertar as ideias; escorrem e algumas fogem.